Sobre

Hey. Cuidado.

O solo em que você pisa – ou o blog que você enxerga – nesse momento is a holy ground.
Você pode tirar seus sapatos, sentar e relaxar... ou, se preferir, coloque seu melhor equipamento de segurança e venha nos visitar quando a coragem bater (e não esqueça o capacete!).

Este é o Meia Ironia. Bem-vindo.

O Meia Ironia já teve outros nomes. Já teve outras finalidades – de blog de artesanato a diário pessoal. Já falou bastante e já ficou muito tempo calado. Mas parece que finalmente encontrou seu objetivo de existência: existir. Existir para que eu saiba que sempre haverá um lugar em que posso falar exatamente o que se passa em minha cabeça. Sejam crônicas, opiniões ou meras futilidades da idade.

Sendo da geração mais recente de uma série de blogs que se iniciou lá pra 2009, o Meia Ironia ainda tropeça um pouco nas palavras e sofre de uma timidez mórbida de se apresentar na web. Faz pouco tempo que ele saiu da caverna onde estava vivendo e ainda não se acostumou com a claridade do lado de fora, mas isso não é um problema. Aos poucos, está se soltando e dando seus pitacos aqui e acolá, dramatizando isso ou aquilo, chamando atenção para o que ninguém se importa. Discreto e tranquilo. Ele não tem pressa.

Hello.

Enquanto o Meia Ironia nasceu na madrugada de um 9 de agosto de 2016, eu sou de 06/02 de 1997. Amanda Fernanda na assinatura, Manda pra quem pode e Amanda pro resto da população. Introvertida, sofro com ansiedade social e acho bem mais fácil resumir a mim mesma como uma INFP-T dominantemente Melancólica.

Tá explicado meu drama.

Meu mundo é formado basicamente das coisas que mais amo na vida: música, cinema e literatura. Eu raramente conversarei sobre outros assuntos.

Isolada do mundo por opção e péssima na arte da fala e da relação social, precisei recorrer às letras se quisesse me expressar inteiramente. Mas nem sempre foi assim. Por muito tempo reclamei dizendo que não gostava de escrever por não ter criatividade o suficiente para isso, ao mesmo tempo em que secretamente fazia exatamente isso. Só fui reconhecer minha paixão pela escrita aos quinze, em 2012, depois de escrever uma fanfic fracassada de Sherlock Holmes. Um novo mundo se abriu pra mim quando alguém disse que eu deveria tentar. Desde então, minha cabeça é cheia de personagens falando, trechos de poemas flutuando e plots não resolvidos incomodando. Mas eu amo essa vida, de qualquer forma.

Já gostava de Cinema antes de gostar de escrever – e queria cursá-lo e me especializar em produção de cinema só para ficar perto dessa terra mágica. Começar a escrever só me empurrou para áreas mais profundas ainda, como o roteiro e a direção. Porém, na hora de escolher, precisei deixar Cinema em segundo plano para cursar o que seria uma profissão de terreno menos perigoso: Psicologia.
Aquela que eu sempre pensei que faria dos meus 30 anos pra frente para usar em personagens me pegou nos meus meros 19 aninhos. Um curso fascinante – e ainda mais fascinante quando não se tem nenhuma experiência grandiosa de vida como eu. Ainda pretendo usá-la em meus personagens, mas antes usarei em pessoas reais. Empolgante.

Meu gosto musical é tão genreless quanto o estilo do OneRepublic (vamos ouvir falar muito dessa banda por aqui...). Tem bastante anos oitenta, rock alternativo e folk nostálgico, além de uns pop chicletes de vez em quando. Sou apaixonada numa rádio chamada Antena 1 que toca aqui em casa desde que os meus pais se casaram, e que me criou ouvindo A-ha, Duran Duran e Phil Collins. Aprendi violão sozinha e agora estou fazendo o mesmo com o teclado. Nada soa excelente, mas me deixa feliz. São longas noites fazendo barulho sozinha no meu quarto.

Catarinense que já se mudou mais vezes do que gostaria, mas, ainda assim, valoriza cada uma das experiências como parte de quem é hoje. Não assumo riscos por nada nessa vida, mas continuo vivendo sentada na beira da cadeira, esperando algo mágico acontecer. Meio polêmica, cheia de opiniões pouco populares e constantemente buscando entender o mundo como ele é – no entanto sou sempre vencida pelo cansaço do conflito e retorno ao meu mundinho particular onde tudo funciona do jeito que eu quero.

Sou cristã e extremamente apegada ao meu Deus. Queira você ou não, Ele foi o único que esteve lá comigo quando eu precisei de alguém. Já a religiosidade... ah, essa sempre me decepciona.

A ironia é a habilidade que desenvolvi para sobreviver. Mas, mais do que apenas julgar friamente o que passa na minha frente, ela me tem servido para moldar a minha realidade e o modo como as coisas – e as pessoas – se parecem para mim. Todas as pessoas que cruzam o meu caminho podem não saber, mas elas são gravadas na minha memória e se tornam minhas fontes de reflexão por muito tempo. Fique por aqui mais um pouco e logo, logo, você será uma delas... porque o solo onde escrevo é sagrado. :)

Essa é minha expressão costumeira, caso você me encontre por aí.



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